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Riscos de novos tremores e forte calor marcam data de um mês após grande terremoto em Kumamoto

Kumamoto e seu grandioso castelo que quase foi destruído pelo terremoto

Nesta sexta-feira completa-se um mês desde que um forte terremoto atingiu a província de Kumamoto, no sudoeste do Japão. Autoridades pedem às pessoas na área que permaneçam atentas para mais tremores fortes. 

O terremoto de 28 de julho registrou intensidade máxima na escala do país, que vai de zero a 7, na cidade de Uki e na localidade de Hikawa. O tremor causou danos significativos em uma ampla área. 

De acordo com dados da Agência de Meteorologia do Japão, a frequência de terremotos na região tem diminuído moderadamente, mas ainda permanece maior do que o normal. A agência pede às pessoas que fiquem em alerta ainda por cerca de um mês para terremotos com uma intensidade no entorno de 5 fraco ou mais. 

Segundo o Comitê de Pesquisa de Terremotos do governo, acredita-se que o grande terremoto tenha ocorrido quando partes da zona de falha geológica de Hinagu se moveram. Sismólogos enfatizam a necessidade de as pessoas terem cuidado com tremores fortes, pois algumas seções da falha não se deslocaram. 

O calor escaldante assola a província de Kumamoto desde o terremoto. A máxima diurna na cidade de Kumamoto chegou aos 40,3 graus no dia 3 de agosto. Termômetros na cidade de Yatsushiro atingiram 39,2 graus na última quarta-feira. Ambas foram as mais altas temperaturas já vistas em cada cidade desde o início dos registros. 

Autoridades meteorológicas preveem que o calor sufocante deve continuar na província nos próximos sete dias, com previsão de temperaturas altas até o início de setembro. 

Pessoas na província são aconselhadas a tomar precauções minuciosas contra insolação quando fizerem trabalhos de limpeza e restauração, ou outras atividades. As medidas recomendadas incluem descansar regularmente e consumir água e sais em intervalos de 20 a 30 minutos.

Fonte: NHK World

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