Preocupação sobre segurança continua dois anos após ataque a aluno japonês na China
Nesta sexta-feira completam-se dois anos do homicídio com arma branca de um menino de 10 anos que estava a caminho de uma escola japonesa no sul da China.
A segurança dos estudantes que se deslocam para essas escolas na China aumentou desde o ataque em Shenzhen, na província de Guangdong, em setembro de 2024.
Segundo o Ministério da Educação, Cultura, Esportes, Ciência e Tecnologia do Japão, o número de estudantes nessas escolas na China está diminuindo. De 3.761 em 2024, o número caiu para 2.982 alunos em abril deste ano – uma queda de cerca de 20% desde o ano do ataque.
Em um incidente separado, uma cidadã japonesa na China ficou ferida após ser espancada com um objeto semelhante a um pedregulho em julho do ano passado. Ela estava com seu filho quando o ataque aconteceu em Suzhou, província de Jiangsu. Não foi esclarecido se ela foi alvo porque era japonesa.
Em julho de 2026, o chefe da Câmara de Comércio e Indústria Japonesa na China, Homma Tetsuro, disse que os cidadãos japoneses na China ainda se sentem cautelosos com sua segurança. Ele pediu às autoridades chinesas que garantam um ambiente seguro.
Esta sexta-feira também marca 95 anos desde um evento que resultou no incidente na Manchúria. A Embaixada do Japão na China diz que é provável que o dia atraia sentimentos anti-Japão, e exorta os cidadãos japoneses a permanecerem vigilantes.
Fonte: NHK World
