Justiça mantém lei ambiental e rejeita ação de inconstitucionalidade

Prefeitura perde processo que questionava exigências no Plano Diretor

A Justiça de São Paulo julgou improcedente uma ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Prefeitura de Rio Preto. A decisão manteve a validade da Lei Complementar, que trata de exigências ambientais no entorno de áreas protegidas.

O processo foi analisado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, que entendeu que a norma não apresenta vício de iniciativa nem viola o pacto federativo.

A lei determina a obrigatoriedade do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) para empreendimentos próximos a áreas como a Floresta Estadual do Noroeste Paulista e a Estação Ecológica.

Também exige a realização de audiência pública e análise por órgãos responsáveis pelas unidades de conservação, quando necessário. A proposta da mudança foi da Secretaria de Obras. O secretárioo é o vice-prefeito Fábio Marcondes.

Na decisão, o tribunal destacou que a legislação não cria novas obrigações, mas organiza procedimentos já previstos no Plano Diretor do município.

O entendimento foi de que a norma reforça a proteção ambiental sem impor exigências desproporcionais.

Com isso, foi revogada a liminar anteriormente concedida, mantendo a lei em vigor.

Fonte: Jornal Fato News

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